Breves
VILA NOVA DE GAIA
Encerram mais duas empresas
As empresas Mota e Mourão e S.T. e Hugo, com sede em Canelas, Vila Nova de Gaia, encerraram ilegalmente as suas portas e sem cumprir as obrigações para com os trabalhadores, que nada têm a ver com o seu encerramento.
Solidária, a Comissão Concelhia de Gaia do PCP, que desde sempre tem apoiado a luta daqueles trabalhadores, decidiu assim formalizar queixas junto da Inspecção-Geral de Trabalho, no sentido de que esta intervenha rapidamente para impedir que se verifiquem mais ilegalidades.

CADAVAL
PCP assinala Restauração do Concelho
Um almoço-convívio, promovido pela Comissão Concelhia do PCP do Cadaval, assinalou no sábado, no CT do PCP, o 109.º Aniversário da Restauração do Concelho do Cadaval.
Durante o almoço, que teve a participação de cerca de 40 pessoas – mais não foi possível, dada a exiguidade do espaço –, para além das duras críticas tecidas à gestão PSD/ Aristides Sécio, foi reafirmada a necessidade de os militantes e simpatizantes do PCP se empenharem na vitória do «Sim» no referendo sobre a despenalização as IVG, que se realiza no próximo dia 11 de Fevereiro.
Ricardo Miguel, responsável pela organização concelhia, destacou as opções erradas da gestão municipal, nomeadamente as consagradas no Orçamento para 2007, e a falta de informação que é prestada aos partidos da oposição, criticando ainda o «figurino» das comemorações, que nada tem a ver com a restauração do concelho.

LORVÃO
«Birras» prejudicam população
Em Maio passado, a Junta de Freguesia do Lorvão colocou em Lorvão, ao fundo do Bairro, um sinal de sentido proibido que obriga os moradores a uma volta de mais de 2 quilómetros, em vez dos 100 ou 200 metros que antes percorriam para chegar a casa.
A população pôs imediatamente um abaixo-assinado de protesto a circular, enquanto a CDU propôs a retirada do sinal, proposta entretanto recusada pelo presidente da Junta, que se comprometeu a proceder a um inquérito junto dos moradores. Em vez disso, porém, denuncia o Núcleo da Freguesia do Lorvão do PCP, aquele autarca, «nas costas» dos moradores e da Assembleia de Freguesia – a quem cabe decidir sobre trânsito – mandou o assunto para a Assembleia Municipal, onde novo protesto da CDU obrigou-o mais uma vez a comprometer-se com a realização do inquérito.
Finalmente em Setembro, também por proposta da CDU, a Assembleia de Freguesia decidiu a retirada do sinal até à conclusão do inquérito e de um estudo de soluções alternativas. Foi então, diz o PCP, que fazendo uma «tremenda birra», o presidente se recusou a cumprir a palavra e a respeitar a decisão da Assembleia, apesar do prejuízo que daí resulta para a população e, agora também, para o Centro Social e Paroquial que vai ser construído no Bairro.