Breves
<em>RTP</em>
A greve sectorial na RTP começou sexta-feira com uma adesão de quase 100 por cento, que se manteve no dia seguinte, revelou à agência Lusa um dirigente sindical. A paralisação, convocada pelo STT e pelo Sinttav, dois dos três sindicatos que ainda estão a negociar com a RTP o acordo colectivo de trabalho, prolongou-se até segunda-feira e abrangeu o departamento de supervisão de emissão, o serviço de comunicações móveis, o serviço de manutenção de estúdios e emissão e o centro nacional de coordenação técnica, num total de cerca de 100 trabalhadores do operador público de televisão.

Condolências
O Sindicato dos Jornalistas divulgou uma nota de pesar, após o falecimento de Carlos Cáceres Monteiro, lembrando que foi «um dos dirigentes que mais marcaram, e continuam a marcar, a nossa organização de classe», exercendo o cargo de presidente do SJ entre 1977 e 1980 e estando «profundamente ligado às primeiras leis que, depois do 25 de Abril de 1974, regulam o exercício do jornalismo em Portugal».

Recortes
A PT não incluiu no resumo de imprensa, que diariamente divulga, uma notícia de 29 de Dezembro, no DN, sobre a posição da Comissão de Trabalhadores, condenando o alargamento da comissão executiva do grupo, denunciou a estrutura representativa.

CGTP-IN
O Plenário Nacional de Sindicatos reúne hoje, a partir das 10 horas, em Lisboa, com o objectivo de aprovar o Plano Geral de Actividades para 2006 e analisar a situação político-sindical, designadamente no que respeita a contratação colectiva e política salarial, estratégias de desenvolvimento e o novo quadro comunitário de apoio, políticas sociais (formação profissional, subsídio de desemprego, saúde e Segurança Social, ensino) e eleições presidenciais. Na nota em que anuncia a reunião, a central refere que «2006 traz-nos novas e gravosas preocupações», com políticas que acentuam a injustiça social «sobre as camadas mais desfavorecidas da população e sobre as famílias mais carenciadas», adiantando que, neste quadro, o plenário «relançará a actividade sindical e a necessária luta por uma nova política».