Os mesmos objectivos na administração local
«Continua no poder a velha política de extrema-direita, contra a qual vamos continuar a luta», afirma o STAL/CGTP-IN, que critica Sampaio porque, «ignorando a vontade da maioria do povo português, o Presidente da República impôs ao País um Governo recauchutado e a mesma coligação que nos últimos dois anos levou a cabo uma das maiores ofensivas de que há memória contra os nossos direitos e contra os serviços públicos».
«Continuamos perante um Governo de direita e de extrema-direita, agora mais populista e mais demagógico, que previsivelmente tentará recorrer a promessas e falsas expectativas, mas que pretende sobretudo continuar e intensificar os ataques aos trabalhadores e aos serviços públicos», considera o sindicato, reafirmando os objectivos da luta que vai prosseguir: uma actualização mínima de 50 euros para cada trabalhador, aumentos salariais efectivos, a valorização e dignificação das carreiras, a reposição dos direitos de aposentação e das reduções nas comparticipações da ADSE, a concretização das matérias acordadas no âmbito da Comissão Tripartida com a Associação Nacional de Municípios e a Direcção Geral das Autarquias Locais, bem como em defesa dos serviços públicos e contra as privatizações, especialmente nos sectores da água, do saneamento e do ambiente, e pela dignidade, pelos direitos e pelo emprego, contra a pseudo «reforma» da Administração Pública, em particular o contrato individual de trabalho e o novo sistema de avaliação de desempenho.


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